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Cultura pop, TV e o que repercute nas redes sociais

Popular nos anos 1980, cantora Sol morre em SP, aos 59 anos

A informação foi confirmada por meio de comunicado oficial da equipe da cantora, que, no entanto, não revelou a causa da morte

Por Redação VEJA São Paulo Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
Atualizado em 13 jul 2025, 13h07 - Publicado em 13 jul 2025, 10h40
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A cantora Sol, que teve a morte confirmada: sucesso nos anos 1980 (Reprodução/Reprodução)
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A cantora Sandra Fátima do Valle Reis, 59, mais conhecida como Sol, que ganhou destaque nos programas de auditório dos anos 1980, teve a morte confirmada ontem (12), por meio de um comunicado publicado em suas redes sociais. De acordo com informações publicadas pelo G1, a cantora foi encontrada em casa, por volta do meio-dia, por um casal de amigos, já sem vida. Sol morava sozinha no Campo Limpo, Zona Sul de São Paulo.

O corpo da artista será velado amanhã (14), a partir das 11h, no Cemitério da Vila Formosa, na Zona Leste de São Paulo. O sepultamento está programado para às 13h.

“Com imensa tristeza, informamos o falecimento da querida cantora Sol. Sua partida deixa um vazio enorme em nossos corações, mas também lembranças inesquecíveis de amor, alegria e generosidade”, diz o comunicado.

Também via redes sociais, a equipe da cantora publicou um pedido de ajuda, para arcar com os custos do sepultamento.

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Sol iniciou a carreira artística ainda na infância, aos sete anos. Além do trabalho musical, formou-se em Direito e atuou como modelo. Descoberta por uma gravadora, Sol iniciou na música, se transformando em um “sex symbol” para a época. O reconhecimento nacional veio quando passou a se apresentar em programas populares da TV brasileira ao lado de outras musas do rebolado, como Sharon, Rita Cadillac e a própria Gretchen — com quem foi constantemente comparada pelo estilo sensual.

A cantora, conhecida pelas músicas Meu Gatinho (1981), Sonho Colorido (1982) e Professor de Amor (1983), fez turnês internacionais e morou por 20 anos no Japão, onde, segundo informações de sua equipe, ganhou o apelido de “Musa do Imperador do Japão”, devido ao público que cativou na Ásia, apresentando seus shows.

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