‘Nzinga’ revisita realeza africana no Sesc Pompeia
Peça trata da relação entre irmãos que governaram o reino de Ndongo, parte do território da atual Angola
A relação entre dois irmãos, figuras que governaram Ndongo, parte do território da atual Angola, no século XVII, é revisitada em Nzinga. A peça, em cartaz no Sesc Pompeia, se passa entre 1617 e 1624, do momento em que Ngola Mbandi (Flávio Rodrigues) assume o trono após a morte do pai até a consagração de Mwene Nzinga (Aysha Nascimento) como rainha, quando o irmão falece. A dramaturgia de Dione Carlos propõe reconstruir a história desse pedaço da África e negar o pensamento que supõe que a trajetória do continente se inicia com o processo de escravização e termina com a colonização. 14 anos. (60min).
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Sesc Pompeia. Rua Clélia, 93, Água Branca, ☎ 3871-7700. ♿ Ter. a sex., 20h30. R$ 30,00. Até 5/8. sesc.org.br.
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Publicado em VEJA São Paulo de 3 de agosto de 2022, edição nº 2800
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