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Uma viagem no tempo às décadas passadas por meio de suas histórias, costumes e curiosidades.

Série de lambe-lambes chamada ‘Pelé Beijoqueiro’ completa dez anos

O artista de rua Luis Bueno já fez versões com mais de vinte personalidades, incluindo Salvador Dalí, Mona Lisa e até o Batman

Por Alice Padilha 26 jun 2020, 06h00 | Atualizado em 26 jun 2020, 12h34
Pelé Beijoqueiro
O artista, Luis Bueno, e uma das versões dos lambe-lambes, localizado no Beco do Batman (Divulgação/Divulgação)
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  • Bob Marley, David Bowie e até o androide C-3PO: foram muitos os que não escaparam dos beijos de Pelé, distribuídos nos muros e tapumes de pontos como Avenida Paulista, Beco do Batman e Liberdade. A série de lambe-lambes chamada Pelé Beijoqueiro, do artista de rua Luis Bueno, completa dez anos em 2020.

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    Pelé Beijoqueiro
    Foto original, com o boxeador Muhammad Ali: alguns lambe-lambes são pintados a mão após a colagem (Divulgação/Divulgação)

    Tudo começou como uma brincadeira depois de uma amiga lhe enviar a foto original, de 1977, em que o jogador beija o rosto do boxeador Muhammad Ali. A primeira personagem da intervenção artística foi Mona Lisa. A paixão de Bueno pelo futebol veio do pai, são-paulino fanático. “Nós somos de Guararema, interior de São Paulo, e nos anos 60 meu pai vinha para a capital só para ver o Santos jogar, mesmo sem torcer para o time”, conta. Mais de vinte personalidades já foram coladas em paredes brasileiras e em países como Chile, França e Inglaterra. “O Pelé é um dos brasileiros mais reconhecidos do mundo. Tanto que, na foto original, ele está com a camisa do Santos, não do Brasil”, observa o artista.

    As peças se tornaram pontos de visitação e já inspiraram até fotos de casamento. Durante a quarentena, as colagens na rua deixaram de ser feitas. A exceção é um mural na Escola Estadual Etelvina de Goes Marcucci, em Paraisópolis, adaptada para receber casos leves de Covid-19. Cuidados foram tomados na confecção, e os artistas convidados trabalharam em horários diferentes. A peça que decora o muro da instituição traz a frase “Quando tudo isso passar a gente volta a se abraçar”. “Ficou interessante, porque falamos da saudade desse abraço que só vai acontecer mais tarde”, diz Bueno.

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    Pelé Beijoqueiro
    Escola em Paraisópolis: intervenção na pandemia (Divulgação/Divulgação)

    Publicado em VEJA SÃO PAULO de 1º de julho de 2020, edição nº 2693. 

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