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Filmes e Séries - Por Barbara Demerov

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Aline Wirley, Lucas Veloso e Wellington Muniz integram elenco de dublagem de Patrulha Canina: O Filme

O trio fala à Vejinha sobre as divertidas gravações, assim como o legado de dubladores como Orlando Drummond e Mário Monjardim

Por Barbara Demerov
10 set 2021, 06h00 •
A imagem mostra seis cachorrinhos da animação Patrulha Canina. Eles estão vestidos com uniformes coloridos e sorriem.
Patrulha Canina: time preparado para acabar com o crime (Paramout Pictures/Divulgação)
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  • Patrulha Canina: o Filme, animação baseada na série de TV homônima, está em cartaz nos cinemas. A história acompanha diversos cães que não só falam como também utilizam equipamentos próprios para investigar e resolver crimes na Cidade da Aventura. Em entrevista à Vejinha, a artista Aline Wirley e os comediantes Lucas Veloso e Wellington Muniz, que participam do elenco de dublagem ao lado da equipe original da série, trazem mais detalhes de suas experiências.

    Os três não se denominam dubladores e destacam a admiração por essa área. “Criar a sua própria arte no estúdio é algo difícil. Mas a nossa vivência foi orquestrada da melhor maneira por Wendel Bezerra (a voz nacional de Bob Esponja), esse diretor e maestro, o ‘cara’ da dublagem no país. Acredito que a parte mais importante do trabalho tenha sido essa, nós nos divertimos ao interpretarmos Ruben, Liberty e Butch. E, se nós refletirmos isso em nossas vozes, quem assistir à história vai se contagiar junto conosco”, afirma Veloso.

    Para Muniz, que já trabalhou em rádio, a inspiração para aceitar o convite veio da filha, Valentina, que é fã de Patrulha Canina. “Crianças são sinceras, elas dão o aval. Ela ficou muito feliz com o resultado e eu também. Com isso, mostro que, se ela quiser seguir pelo mesmo caminho e se profissionalizar, Valentina terá apoio nessa escolha”, diz.

    Sobre o legado que dubladores como Orlando Drummond e Mário Monjardim, mortos neste ano, deixam aos profissionais do Brasil, Aline aponta: “É um trabalho minucioso, que demanda extrema dedicação. Sinto que estamos alçando um novo espaço para que valorizemos a profissão. É por isso que falamos ‘não somos dubladores’. Temos de reconhecer o esforço daqueles que são”.

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    Publicado em VEJA São Paulo de 15 de setembro de 2021, edição nº 2755

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