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Filmes e Séries - Por Barbara Demerov

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Documentário expõe escândalo da Boeing com o avião 737 MAX

Queda Livre: a Tragédia do Caso Boeing, na Netflix, investiga acidentes de 2018 e 2019 envolvendo a atualização do avião 737

Por Barbara Demerov
25 fev 2022, 06h00 •
Imagem mostra pessoas em uma passeata carregando fotos de parentes.
Queda Livre: a Tragédia do Caso Boeing expõe a má conduta da empresa. (Netflix/Divulgação)
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  • Queda Livre: a Tragédia do Caso Boeing é um forte documentário que investiga o caso de duas aeronaves MAX 737, da Boeing, que caíram em um intervalo de cinco meses pouco depois da decolagem, matando centenas de pessoas e assustando o mundo inteiro.

    Disponível na Netflix, a produção se atenta a pontos importantes, como a suposta prioridade de lucro da empresa acima da segurança de seus próprios aviões. Esse fator pode ter contribuído para os dois acidentes catastróficos que aconteceram na indonésia e na etiópia.

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    A documentarista Rory Kennedy dirige o título e organiza depoimentos de jornalistas, especialistas aeronáuticos, políticos, pilotos e familiares das vítimas sobre suas visões particulares sobre o ocorrido e seus bastidores. Ao longo de uma hora e meia, a narrativa acompanha a luta daqueles que perderam seus entes e do Congresso dos Estados Unidos.

    Todos buscam revelar uma série de ocultações da Boeing dentro da empresa, outrora reconhecida como impecável e extremamente segura.

    Além da abordagem sobre os acidentes em si (reproduzidos a partir dos conteúdos das caixas pretas dos aviões), a produção deixa claro que não foi erro dos pilotos, mas sim da má conduta da Boeing por não entregar informações claras sobre modificações nas naves.

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    Visto que, inicialmente, poucos pensaram que o erro poderia ser algo técnico, a culpa recaiu nos pilotos mortos e em uma aparente “falta de qualificação”. Mas a vastidão da tragédia é documentada a longo prazo com os relatos de engenheiros, que narram suas frustrações diante da preferência da empresa em lucrar acima da qualidade.

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    Publicado em VEJA São Paulo de 2 de março de 2022, edição nº 2778

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