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Saúde, bem estar e alegria para os paulistanos

Onde encontrar forças, com Mariana de Oliveira

Mari compartilha sua vontade de viver com alegria: "Tenho uma doença crônica, sou amputada, mas nada disso me invalida. Ainda há muito para ser feito"

Por Helena Galante Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
10 ago 2020, 00h16 • Atualizado em 10 ago 2020, 00h50
Jornada da Calma Episódio 61: onde encontrar forças, com Mariana de Oliveira (Vejinha/Veja SP)
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  • O que é realmente um problema? Diante de muitos obstáculos que encontrou ao longo da vida, Mariana de Oliveira ganhou outra perspectiva para olhar para esse conceito. Convidada de Helena Galante para o episódio #61 do podcast Jornada da Calma, Mari compartilha um pouco da sua história, contada também na reportagem de capa da Vejinha sobre os 70 anos da AACD.  Seu filho Dudu nasceu com mielomeningocele, uma malformação da coluna, e passou a fazer tratamento na AACD. De mãe de paciente, Mariana virou também paciente. Ela tem doença de Crohn e sofreu uma perfuração intestinal que evoluiu para uma infecção generalizada. A amputação das pernas e dedos das mãos foi inevitável. “Milagres são pitadas diárias, acontecem o tempo todo. Quando eu acordei do coma, vi que o milagre estava se fazendo presente, pois minha consciência estava comigo.”

    Apoiada numa grande vontade de voltar a viver e em sua fé, Mariana passou a entender a entender a importância da calma no processo de reabilitação. “Se eu não tivesse tido calma, colocado cada coisa em seu lugar, eu teria atropelado meus caminho. Sabia que ia voltar a andar, mas antes eu precisava reaprender a sentar, aguentar o peso do meu corpo em uma parte que não estava acostumada, é um processo.” Hoje palestrante, ela compartilha no perfil @marideliveira.com.br vitórias cotidianas. “As pessoas não vão precisar passar pela minha historia, mas minha história é um instrumento. Ainda há muito para ser feito.”

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