A boa onda brasileira
Redatora-chefe Alice Granato relembra a capa da Vejinha com o novo vencedor do Globo de Ouro, Kleber Mendonça Filho
A alegria em ver o Brasil brilhando mundo afora é contagiante. A nossa cultura no topo e as duas estatuetas do Globo de Ouro nas mãos do diretor pernambucano Kleber Mendonça Filho e do ator baiano Wagner Moura, uma conquista inédita, tiveram efeito comparável à Copa do Mundo para a cultura brasileira. Essa onda positiva em torno da arte e do nosso país é tendência forte no ano, como nos revela a colunista Sabina Deweik em seu artigo para a Vejinha. Futurista e caçadora de tendências, ela escreve sobre o boom do Brasil no mundo em todas as áreas: na música, no cinema, nas artes visuais, na moda, e por aí vai.
Fizemos uma capa com Kleber em outubro, quando o fotógrafo Christian Gaul esteve em Recife com o diretor e sua mulher, a produtora francesa Emilie Lesclaux, sua grande parceira em O Agente Secreto. Àquela altura, já tinham arrebatado Cannes e estavam entusiasmados com o percurso do filme, trazendo o olhar de Kleber para um Brasil profundo, regional-universal. Depois da trajetória brilhante de Ainda Estou Aqui, com Fernanda Torres, agora Wagner Moura segue encantando La La Land.
Na capa desta edição, os vinte anos de carreira da cantora e compositora Céu, que conversou com o repórter Tomás Novaes no estúdio de Helena Wolfenson, autora das fotos. Para falar de bem-estar, a designer Graziella Iacocca visitou o Lapinha Spa e conta tudo sobre a experiência e o que devemos fazer para nos sentirmos bem, além de torcer muito para que o Brasil tenha um ano magnífico. Boa leitura!
Publicado em VEJA São Paulo de 16 de janeiro de 2026, edição nº 2978.





