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Arte ao Redor

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Uma curadoria de exposições, cursos e novidades dos museus, galerias e institutos culturais de São Paulo

Masp abre três exposições de artistas indígenas nacionais e estrangeiros

'Histórias indígenas', 'Melissa Cody: Céus Tramados' e 'Sala de Vídeo: Glicéria Tupinambá e Alexandre Mortagua' abrem nesta sexta-feira (20)

Por Tomás Novaes 20 out 2023, 06h00 | Atualizado em 23 out 2023, 19h02
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'Nepu Arquepu', ou 'Rede Macaco', de Duhigó: cena de parto em maloca. (Edson Kumasaka/Acervo Masp/Divulgação)
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Três mostras que retratam a arte de povos originários são inauguradas nesta sexta (20) no Masp.

Histórias Indígenas, que leva o mesmo nome de toda a série de exposições que o museu lançou em 2023, é a principal do ano. Cerca de 285 obras de 170 artistas indígenas ou de ascendência indígena estão expostas no 1º andar e 2º subsolo da instituição, apresentando culturas originárias de, além do Brasil, países das Américas, Oceania e Escandinávia.

O acervo reúne peças em diferentes suportes e épocas — desde antes da colonização europeia até o presente —, incluindo a tela Nepu Arquepu (2019), de Duhigó.

A curadoria internacional é de Abraham Cruzvillegas (México), Alexandra Kahsenni:io Nahwegahbow, Jocelyn Piirainen, Michelle LaVallee e Wahsontiio Cross (Canadá), Bruce Johnson-McLean (Austrália), Irene Snarby (Noruega), Nigel Borell (Nova Zelândia) e Sandra Gamarra (Peru), mais curadoria adjunta de Edson Kayapó, Kássia Borges Karajá e Renata Tupinambá.

No 1º subsolo, está em cartaz Melissa Cody: Céus Tramados, com 26 obras têxteis da artista do povo indígena norte-americano diné/navajo. Cada tapeçaria, como Into the Depths, She Rappel (2023), é concebida diretamente no tear, sem nenhum desenho prévio.

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‘Into the Depths, She Rappel’ (2023), de Melissa Cody: tapeçaria navajo. (Cortesia da artista/Garth Greenan Gallery, Nova York/Divulgação)

A curadoria é de isabella Rjeille e Ruba Katrib, diretora do centro de arte contemporânea MoMA PS1, em Nova York, onde a mostra será exibida em 2024.

A última estreia é Sala de Vídeo: Glicéria Tupinambá e Alexandre Mortagua, com o longa-metragem Quando o Manto Fala e o que o Manto diz (2023), em cartaz até 3 de dezembro.

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Masp — Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand. Avenida Paulista, 1578, ☎ 3149-5959. Ter., 10h/20h. Qua. a dom., 10h/18h. R$ 60,00 (grátis às terças). Até 25/2/2024 (Histórias Indígenas) e 21/1/2024 (Melissa Cody: Céus tramados). masp.org.br.

Publicado em VEJA São Paulo de 20 de outubro de 2023, edição nº 2864

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