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Arte ao Redor

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Exposição reúne obras do modernismo no Brasil

Com foco nas produções da Semana de Arte de 1922, mostra conta com pinturas de Tarsila do Amaral, Anita Malfatti e Tomás Santa Rosa

Por Tatiane de Assis Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
10 dez 2021, 06h00 • Atualizado em 10 dez 2021, 11h11
Autorretrato de Tarsila do Amaral.
Autorretrato de Tarsila do Amaral (1922) presente na exposição.  (Tarsila do Amaral Empreendimentos/Coleção de Artes Visuais do Instituto de Estudos Brasileiros da USP, São Paulo, SP/Divulgação)
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  • Abre nesta sexta (10) a exposição Era Uma Vez o Moderno (1910-1944), no Centro Cultural Fiesp. A mostra, em parceria com o Instituto de Estudos Brasileiros da USP, apresenta um conjunto com mais de 300 itens, como um autorretrato de Tarsila do Amaral (1922).

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    A proposta da curadoria é olhar para a ocorrência do modernismo no Brasil; contudo há um foco maior na produção e nos personagens ligados à Semana de Arte de 1922, na cidade de São Paulo. Sendo assim, serão exibidas a tela O Homem Amarelo (1916), de Anita Malfatti (1889-1964), e a também pintura, aquarela e nanquim sobre papel, chamada Estrela da Manhã (1936), de Tomás Santa Rosa (1909-1956).

    Quadro de Santa Rosa.
    Estrela da Manhã (1936), de Santa Rosa: modernos afora. (Tomás Santa Rosa Jr./Coleção de Artes Visuais do Instituto de Estudos Brasileiros da USP, São Paulo, SP/Divulgação)

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    Esse trabalho era a capa da primeira edição do livro homônimo, de Manuel Bandeira (1886-1968), o qual contou com apenas cinquenta exemplares. Diferentemente de Anita, Bandeira e Santa Rosa não participaram “em corpo” do evento cultural no Teatro Municipal há quase 100 anos. No entanto o poema Os Sapos, de Bandeira, foi lido na abertura da semana de 22. Era uma crítica direta e bem-humorada ao vocabulário ultrarrebuscado dos parnasianos.

    Centro Cultural Fiesp. Avenida Paulista, 1313, ☎ 3284-9787. Quarta a domingo, 11h às 20h. Grátis. Até 29 de maio de 2022. Visitas agendadas em: https://www.sesisp.org.br/cultura.

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    Publicado em VEJA São Paulo de 15 de dezembro de 2021, edição nº 2768

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