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Exposição de fotógrafa chilena traz registros de cotidiano em manicômio

Mostra com cento e cinquenta fotografias está em exibição no Instituto Moreira Salles (IMS)

Por Redação VEJA São Paulo Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
18 out 2020, 17h51 • Atualizado em 23 Maio 2024, 09h50
Exposição de Paz Errazuriz no IMS: registros de cotidianos esquecidos (Rovena Rosa/ Agência Brasil/Veja SP)
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  • Está em cartaz no Instituto Moreira Salles (IMS) uma exposição da fotógrafa chilena Paz Errázuriz. A mostra traz cento e cinquenta imagens e faz uma retrospectiva da trajetória da artista. Autodidata, Errázuriz começou a trabalhar com fotografia na década de 1970, após abandonar a carreira de professora primária devido a ascensão da ditadura de Augusto Pinochet. Em 1981, fundou a Associação de Fotógrafos Independentes que documentou as manifestações e outras expressões de resistência contra o regime.

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    Evelyn, La Palmera, Santiago, da série O Pomo de Adão (1983), de Paz Errázuriz. (© Paz Errázuriz/Divulgação)

    Em uma de suas séries, chamada O Pomo de Adão, a fotógrafa registrou o cotidiano de transexuais que trabalhavam em bordeis de Santiano e Talca. Os registros mostram um pouco do dia a dia: se preparando para o trabalho, caminhando pelas ruas e os locais onde dormiam. Outra série importante é O Infarto Da Alma, em que retrata os casais no hospital psiquiátrico Philippe Pinel de Putaendo, a 200 quilômetros da capital chilena, Santiago. 

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    Infarto 30, Putaendo, da série O infarto da alma (1994), de Paz Errázuriz (© Paz Errázuriz/Divulgação)

    A exposição é gratuita e vai até o dia 3 de janeiro. É preciso agendar a visita pela página do instituto.

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    (Com informações da Agência Brasil)

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