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Exposição traz retratos de imigrantes africanos que vivem na capital

Mostra no Museu da Imigração reúne fotografias de Bob Wolfenson e entrevistas com 43 pessoas do continente africano

Por Tomás Novaes
11 nov 2022, 06h00 • Atualizado em 27 fev 2023, 15h09
Imagem mostra mulher dançando, de calça jeans, com uma perna levantada
Nduduzo Siba: a sul-africana que se tornou cantora. (Bob Wolfenson/Divulgação)
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  • Na véspera do Dia da Consciência Negra, o Museu da Imigração (MI) abre a exposição África em São Paulo, fruto de uma colaboração de cinco anos do fotógrafo Bob Wolfenson com o jornalista Naief Haddad.

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    Estarão à mostra, a partir de sábado (19), mais de cinquenta fotografias de 43 pessoas vindas de 21 países africanos que vivem na capital paulista, acompanhadas de textos com o perfil dos personagens, fruto de longas entrevistas com cada um deles.

    “Em 2018, eu fui fazer um trabalho sobre desemprego no Centro e o Naief me acompanhou. Nessas perambulações, muitos dos desempregados eram imigrantes africanos. Naief me chamou a atenção para o fato de que essas pessoas eram muito fotogênicas — e ali nasceu a ideia de fazermos esse trabalho”, conta Wolfenson, acostumado a retratar famosos.

    O autor recebeu em seu estúdio, na Vila Leopoldina, imigrantes de países como Angola, Chade, Egito, Moçambique, República Democrática do Congo… Entre eles, Nduduzo Siba, artista sul-africana que luta para permanecer no Brasil após ficar presa mais de três anos por suposto tráfico de drogas e se tornar cantora num projeto musical da USP no Carandiru, e a princesa Madalena Nanque, filha do rei da tribo Papel, da Guiné-Bissau, que se mudou para cá em 1998 e se formou em teologia e pedagogia.

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    A mostra conta ainda com recursos audiovisuais para exibir relatos dos entrevistados e textos de apresentação do escritor Jeferson Tenório e do ativista guineense Vensam Iala.

    “Ao longo do processo, tivemos alguns momentos de insegurança, por sermos dois homens brancos à frente disso. Mas o que nos levou adiante foi o estímulo dos próprios personagens, que viam que éramos bem-intencionados e que queríamos mostrar a realidade deles de maneira verdadeira”, conta Haddad.

    O evento de abertura da exibição, com concepção cenográfica do arquiteto André Vainer, terá a presença dos organizadores e de entrevistados no sábado (19), às 11h. Museu da Imigração. Rua Visconde de Parnaíba, 1316, Mooca, ☎ 2692-1866. → Ter. a sáb., 9h/18h. Dom., 10h/18h. Até 12/3. R$ 10,00. museudaimigracao.org.br

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    Publicado em VEJA São Paulo de 16 de novembro de 2022, edição nº 2815

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