Confira a programação gratuita do último fim de semana da Bienal
Após quatro meses em cartaz, 36ª Bienal de São Paulo chega ao fim no domingo (11) com performance de encerramento e debate
Após quatro meses, a 36ª Bienal de São Paulo chega ao fim no domingo (11). A edição mais longa da tradicional mostra reuniu obras de 120 artistas do Brasil e do mundo, sob o tema Nem Todo Viandante Anda Estradas – Da Humanidade Como Prática. O encerramento, no domingo, das 15h às 17h30, ocorre com uma performance inédita conduzida pela aldeia Wederã Xavante, do Território Indígena Pimentel Barbosa, no Mato Grosso, sob a coordenação do cacique Cipassé Xavante e de Mara Barreto Sinhosewawe Xavante.
Em movimento contínuo, os integrantes vão ocupar o vão central do Pavilhão com cantos, danças, ornamentos e instrumentos tradicionais, em um ritual espiritual de cura e limpeza da cidade de São Paulo. A ação terá a participação de Raven Chacon — do território indígena Nação Navajo, dos EUA —, e dos brasileiros Iggor Cavalera e Laima Leyton, que estão em cartaz com a obra Itoma’a dure itoma’a [Círculos/ciclos dentro de círculos/ciclos]. Após o rito, ocorre uma conversa com o público.
No sábado (10), das 14h às 15h30, o jornalista e escritor Siddhartha Mitter, do coletivo curatorial da 61ª Bienal de Veneza, se junta ao curador geral Bonaventure Soh Bejeng Ndikung, com mediação de Alya Sebti.
Às 15h, há uma sessão especial de O Agente Secreto, seguida de uma oficina com Fellipe Fernandes, diretor assistente do filme.
Pavilhão Ciccillo Matarazzo. Parque Ibirapuera, Portão 3. ☎5576-7600. → Ter., qui., sex. e dom., 10h/18h (entrada até 17h30). Qua. e sáb., 10h/20h (entrada até 19h30). Grátis. Até 11/1.
Publicado em VEJA São Paulo de 9 de janeiro de 2026, edição nº 2977.





