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Mais madura, Tulipa Ruiz apresenta o segundo disco da carreira

Shows no Auditório Ibirapuera incluem canções de "Tudo Tanto" e do anterior "Efêmera"

Por Carol Pascoal 1 set 2012, 00h31 • Atualizado em 18 ago 2025, 10h31
  • O lançamento do álbum de estreia, “Efêmera”, fez com que a cantora e compositora paulista nascida em Santos Tulipa Ruiz, de 33 anos, entrasse num turbilhão de novidades. Além de fazer turnês nacionais e internacionais, a intérprete teve o disco apontado como um dos melhores de 2010. Essa intensidade vivida nos últimos dois anos se reflete — do título às letras — no bom resultado do sucessor, “Tudo Tanto”, disponível nas lojas e para download gratuito desde o fim de julho. Mais maduro em relação ao anterior, o registro serve de base para duas apresentações no Auditório Ibirapuera. “Aprendi muito nos shows de ‘Efêmera’”, diz a cantora. “Desta vez, eu estava mais preparada na hora de gravar.”

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    Quando surgiu, Tulipa denominava o gênero de suas músicas como pop florestal, numa brincadeira que traça um paralelo entre as influências de São Paulo e Minas Gerais, os estados onde mora e cresceu, respectivamente. Agora, o pop sobressai no trabalho da artista, como se pode comprovar nas faixas “Expectativa” e “Dois Cafés” — ambas parcerias com o irmão e produtor do CD, Gustavo Ruiz. A segunda tem a participação oportuna de Lulu Santos nos vocais e na guitarra. Apesar de destoar do conjunto, “Víbora” cativa pela pegada bluesy e pelo clima soturno reforçado por risadas e sussurros de Criolo, um dos autores da canção. “Parecia um terreno com neblina, ele me ajudou nesse mundo novo”, explica Tulipa.

    Sempre espontânea no palco, ela se exibe à frente do pai, Luiz Chagas (guitarra), do irmão, Gustavo (guitarra), e dos instrumentistas Caio Lopes (bateria), Marcio Arantes (baixo), Juliana Perdigão (clarinete e flauta), Leandra Velazquez (violoncelo), Renato Rossi (viola) e Luiz Gustavo Nascimento (violino). Nos espetáculos, não ficam de lado composições de “Efêmera”.

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