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Luiz Trabuco: de escriturário a possível ministro da Fazenda

Presidente do Bradesco está entre os cotados por Dilma Rousseff para assumir o posto de Guido Mantega no próximo mandato

Por Veja São Paulo
27 out 2014, 21h05 • Atualizado em 5 dez 2016, 13h54
  • Com a reeleição da presidente Dilma Rousseff, na noite de domingo (26), ao derrotar o tucano Aécio Neves, cresceu a especulação em torno do nome do novo ministro da Fazenda, em substituição a Guido Mantega, que deixa o cargo no início do próximo mandato, em janeiro. Segundo a colunista Monica Bergamo, da Folha de S.Paulo, um dos principais cotados é o presidente executivo do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco Cappi, que teria relação próxima com Dilma.

    O principal trunfo da escolha seria o de acalmar o mercado financeiro. Além disso, Trabuco estará disponível para o governo federal: para cumprir o estatuto interno do banco, que exige a aposentadoria aos 65 anos de idade, ele terá de sair obrigatoriamente de seu posto no ano que vem.

    Formado pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo (USP), o executivo começou sua carreira no Bradesco em 1969, aos 17 anos de idade, como escriturário. Chefiou a área de marketing e de previdência antes de, em março de 2003, assumir a direção da Bradesco Seguros.

    Durante sua gestão, a empresa duplicou de tamanho, com os ativos crescendo de 32 bilhões de reais para 78 bilhões de reais. A rentabilidade da empresa também aumentou de 23% para 31% e a participação de seus lucros nos resultados do grupo passou de 29% para 36%.

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    O sucesso o levou ao posto máximo do banco em março de 2009. Desde então, a instituição com cerca de 900 bilhões de reais em ativos inflou sua rede de correntistas de 20 milhões para 27 milhões. A rede de atendimento foi outra a crescer, de 3 500 agências para quase 5 000 em quatro anos.

    Nascido em Marília, Trabuco pratica corrida e gosta de carnaval: já desfilou algumas vezes pela Mangueira. Também costuma ocupar cargos em entidades de classe, como a Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), da qual já foi presidente.

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