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Proteção para crianças e adolescentes vítimas de violência

Em vez de prestarem depoimento na frente de várias pessoas, passarão a ser ouvidas apenas por psicólogos e assistentes sociais

Por Mauricio Xavier [com reportagem de Isabella Villalba, Nathalia Zaccaro e Pedro Marcondes de Moura]
11 jun 2011, 00h50 • Atualizado em 14 Maio 2024, 12h30
  • Crianças e adolescentes vítimas de violência no estado terão uma nova proteção ao falar em juízo. Em vez de prestarem depoimento na frente de várias pessoas — entre elas o próprio acusado —, passarão a ser ouvidos apenas por psicólogos e assistentes sociais do Tribunal de Justiça em outro ambiente, onde suas declarações serão gravadas em vídeo. “Vamos evitar que eles revivam traumas ou se sintam intimidados pelos acusados”, diz o desembargador Antonio Carlos Malheiros. A medida faz parte do Projeto de Atendimento Não Revitimizante, que tem anúncio oficial previsto para quarta (15) e será iniciado em cinco locais:

    + O melhor da semana para as crianças

    • Juizado Especial de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher (capital)

    • Vara da Infância e Juventude de Atibaia

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    • Vara da Infância e Juventude de Campinas

    • Vara da Infância e Juventude de Guarulhos

    • Vara da Infância e Juventude de São Caetano do Sul

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