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Professoras mortas na Zona Leste teriam sido atacadas por engano

Mulheres morreram após criminosos atirarem contra vidros de veículo; segundo a polícia, criminosos confundiram carro como parte de escolta de empresário

Por Redação VEJA São Paulo Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
24 Maio 2021, 21h03 •
Imagem aérea mostra carro parado próximo de calçada em Avenida, com vidros estilhaçados e buracos de bala
Duas mulheres foram mortas dentro de um Hyundai Tucson (Reprodução TV Globo/Divulgação)
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  • A morte de uma diretora de escola e uma professora na manhã desta segunda (24) teria ocorrido por um erro de criminosos, de acordo com a polícia. O caso ocorreu na Avenida Professor Osvaldo de Oliveira, Zona Leste: criminosos cercaram o carro que transportava três mulheres e atiraram contra os vidros do veículo, matando duas delas.

    As informações são da TV Globo. De acordo com a investigação do caso, o Hyundai Tucson onde estavam as mulheres foi atingido por cerca de 11 tiros : os homens teriam confundido o carro como parte da escolta de um dono de postos de combustíveis na região de Guaianases.

    A diretora do Centro Educacional Jardim Lapena, Jéssica Aparecida Lopes Frazão, 31 e a professora Marli Gomes de Lima Lana, 42, morreram no local. Um veículo Volvo interceptou o carro das mulheres e, ao mesmo tempo, outro grupo de criminosos parou o empresário, que andava pela avenida em um veículo que seguia logo atrás.

    Os criminosos teriam questionado as mulheres sobre o dinheiro “do posto” e elas entregaram bolsas e celulares, mas mesmo assim foram baleadas. Enquanto isso, o segundo grupo de criminosos levou 40 000 reais do dono dos postos de combustíveis.

    Pelas redes sociais, a escola onde as mulheres trabalhavam postou uma nota de pesar. “Informamos que o atendimento estará suspendo até segunda ordem e avisaremos assim que tudo se normalizar”. Até o momento, ninguém foi preso. O 63º DP da Vila Jacuí investiga o caso.

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