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Três prédios na capital que desconsideram o 13º andar

A prática é comum em Nova York, nos Estados Unidos

Por Maurício Xavier Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
6 out 2017, 06h00 • Atualizado em 6 out 2017, 06h00
Edifício Novotel Jaraguá, no centro: sem 13º andar (Mario Rodrigues/Veja SP)
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  • Em Nova York, nos Estados Unidos, é comum que arranha-céus desconsiderem o 13º andar de suas construções. Estima-se que em Manhattan apenas 10% dos edifícios identifiquem esse pavimento.

    O hábito originou-se da superstição de que o número 13 significa azar. O medo relacionado a isso tem até nome: triscaidecafobia. Por aqui, alguns empreendimentos também aderiram à prática. Confira abaixo.

    Edifício Novotel Jaraguá, uma das heranças deixadas por Orestes Quércia que vem.jpg
    Edifício Novotel Jaraguá, no centro: sem 13º andar (Mario Rodrigues/Veja SP)

    Banco Safra
    Inauguração: 1988
    Endereço: Avenida Paulista, 2100, Cerqueira César
    Curiosidade: o andar foi renumerado a pedido do banqueiro Joseph Safra, também proprietário de outros edifícios famosos, como o The Gherkin, em Londres

    Centro Nações Unidas
    Inauguração: 2000
    Endereço: Avenida das Nações Unidas, 12901, Vila Nova Conceição
    Curiosidade: com 158 metros, é um dos prédios mais altos da capital e tem ligação subterrânea com o World Trade Center

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    Novotel Jaraguá
    Inauguração: 1954
    Endereço: Rua Martins Fontes, 71, centro
    Curiosidade: depois de receber celebridades como o ex-presidente cubano Fidel Castro e a cantora Ella Fitzgerald, o local perdeu o 13º andar na reforma de 2004

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