PM prende suspeita de envolvimento em ‘golpe do amor’ na Zona Leste

Quadrilha é especializada em cometer crimes por meio de aplicativos de relacionamento

Por Redação VEJA São Paulo Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
12 jan 2025, 14h07
Carros da Polícia Militar
Viaturas da Polícia Militar (SSP/Divulgação)
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A Polícia Militar prendeu na última sexta-feira (10), na Zona Leste de São Paulo, uma mulher de 30 anos suspeita de fazer parte de uma quadrilha especializada em cometer crimes com o uso de aplicativos de relacionamento, o “golpe do amor”. As informações são da Folha.

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública (SSP), da gestão Tarcísio de Freitas (Republicanos), a vítima, um homem de 42 anos, relatou ter marcado um encontro pelo aplicativo no dia 1º de janeiro. Ao chegar ao local combinado, acabou abordado por cinco homens armados, que o encapuzaram e o colocaram em um veículo escuro.

Ele foi levado até uma residência, onde foi mantido em cativeiro até o dia seguinte, quando conseguiu escapar.

Na delegacia, a vítima reconheceu a indiciada como parte do grupo. Conforme a assessoria de imprensa da PM, os agentes do 3º Batalhão de Polícia do Choque – Humaitá foram informados por meio de uma denúncia anônima sobre a residência que teria sido usada para manter uma vítima em cativeiro.

Os policiais foram recebidos pela mulher. Ela confessou fazer parte de uma quadrilha especializada em extorsão mediante sequestro por meio de um aplicativo de encontro. Ela também revelou o nome de outros dois comparsas.

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No 49º Distrito Policial (São Mateus), a mulher foi autuada por associação criminosa.

Em 2022, a polícia informou à BBC que mais de 90% dos sequestros registrados em São Paulo são feitos a partir de relacionamentos formados a partir de perfis falsos criados em aplicativos como o Tinder.

No ano seguinte, a empresa responsável pelo aplicativo de namoro assinou um acordo com o Ministério Público de São Paulo para comunicar polícia e Justiça sobre crimes praticados por meio da plataforma.

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