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Pista principal do Aeroporto de Congonhas é fechada para manutenção

As obras estavam previstas para o ano que vem, mas com o fluxo de passageiros e aeronaves reduzido no terminal, elas foram antecipadas

Por Agência Brasil
5 ago 2020, 16h08 •
Imagem mostra avião visto de baixo e torre de controle aéreo no Aeroporto de Congonhas.
Aeroporto de Congonhas. (Rovena Rosa/Agência Brasil/Veja SP)
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  • A pista principal do Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, está recebendo, desde esta quarta-feira (5), obras de recuperação, que exigiram o fechamento até o dia 5 de setembro, data prevista para a finalização. Durante os trabalhos, a pista auxiliar do aeroporto continuará operando normalmente. O investimento será de R$ 11,5 milhões.

    Os trabalhos incluem serviços de fresagem (retirada) do asfalto existente; execução de camada estrutural de concreto asfáltico (CBUQ) com grooving na região das cabeceiras; e aplicação da camada superficial porosa de atrito (CPA) em toda extensão da pista. A técnica CPA não utiliza emendas transversais no pavimento, sendo necessário um trabalho contínuo para seu melhor resultado, evitando-se interrupções.

    “A camada porosa de atrito é uma tecnologia nova, foi a mesma utilizada no [aeroporto] Santos Dumont, no Rio de Janeiro, e permite um rápido escoamento da água da chuva, e com isso aumenta a aderência dos pneus das aeronaves nos pousos, melhorando muito a segurança”, explicou o superintendente do Aeroporto de Congonhas, João Márcio Jordão,

    Ele disse que as pistas estavam em condições de uso, mas essa é uma manutenção periódica, feita a cada dez anos, para manter a segurança operacional.

    As obras estavam previstas para o ano que vem, mas com o fluxo de passageiros e aeronaves reduzido no terminal, devido à pandemia da Covid-19, a Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária) decidiu antecipar o serviço.

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    “Fizemos um planejamento intenso e muito bem elaborado com todos os órgãos envolvidos e realizamos a licitação. O mês escolhido, agosto, é um período que historicamente não tem chuvas, o que propicia a evolução muito rápida [das obras]. No ano que vem, quando o movimento estiver mais aquecido, não teremos o problema de precisar paralisar de qualquer forma para uma intervenção desse porte”, afirmou Jordão.

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