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Servidores municipais marcam nova paralisação para o dia 25

Movimento reivindica reajuste salarial de 12,9%; Prefeitura informou que as ausências serão descontadas do salário

Por Redação VEJA São Paulo Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
2 abr 2025, 18h42 •
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Paralisação de servidores municipais do dia 13 de março (Instagram/Reprodução)
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  • Os servidores municipais de São Paulo paralisaram nesta quarta-feira (2). O movimento reuniu cerca de 3,5 mil servidores em ato na frente ao gabinete do prefeito, no centro da cidade, às 10h, segundo o Aprofem (Sindicato dos Professores e Funcionários Municipais de São Paulo). A classe já havia realizado uma outra paralisação em 13 de março, que não surtiu efeito.

    A Secretaria Municipal de Educação (SME) divulgou que, na manhã desta quarta-feira (02), 0,31% das unidades educacionais informaram não ter atendimento.

    Os trabalhadores, a maioria deles professores da rede municipal, reivindicam garantia de direitos, melhores condições de trabalho e reajuste salarial. As principais pautas são:

    • Reajuste salarial linear de 12,90%;  
    • Fim do confisco de 14% das aposentadorias e pensões;  
    • Defesa das carreiras da Educação, elevação dos pisos dos Profissionais de Educação com a devida incorporação imediata nas tabelas do QPE;  
    • Melhores condições de trabalho e respeito à saúde do funcionalismo.  

    “Com características populistas, este Governo claramente está nos prejudicando, inclusive tentando deslegitimar um direito que nos é legalmente conquistado, o da paralisação. Não por acaso insiste em ações como as terceirizações, por exemplo”, afirmou o Professor Ismael, presidente da Aprofem durante o ato.

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     Segundo a prefeitura, “as ausências não justificadas serão descontadas, de acordo com a legislação” e “Todas as medidas cabíveis serão tomadas”. Os cidadãos também podem se manifestar pela Ouvidoria (ogm@prefeitura.sp.gov.br) ou pelo portal 156 da Prefeitura.

    Uma nova paralisação, com indicativo de greve, foi agendada para o dia 25 de abril, sexta-feira.

    A Vejinha entrou em contato com a Prefeitura de São Paulo, que ainda não retornou.

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