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Padrasto é principal suspeito de mandar envenenar enteado na Grande SP

Lucas da Silva Santos, de 19 anos, apresentou sintomas de intoxicação, após comer bolinho e está na UTI

Por Redação VEJA São Paulo Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
16 jul 2025, 10h55 • Atualizado em 16 jul 2025, 12h05
Carros da Polícia Civil cumprindo mandados de prisão de quadrilha que fabricava metanfetamina
Em caso de violação, uma viatura é direcionada para abordar o infrator, e outra segue para o endereço da vítima (SSP-SP/Divulgação)
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  • O padrasto é o principal suspeito de mandar envenenar bolinhos de mandioca que foram enviados ao seu enteado na sexta-feira (11), em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo. A Polícia Civil pediu a prisão temporária do suspeito, que ainda não foi concedida pela Justiça.

    Lucas da Silva Santos, de 19 anos, apresentou sintomas de intoxicação, após ingerir a iguaria. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), o caso é investigado como tentativa de homicídio no 3ºDistrito Policial da cidade. Outras pessoas da família estão sendo ouvidas.

    O boletim de ocorrência, registrado pelos pais do adolescente, informa que o bolinho foi enviado por uma tia de Lucas e foi ingerido por todos da casa. Em seguida, todos jantaram uma refeição feita pela mãe do jovem.

    De acordo com a delegada Liliane Doretto, do 8º Distrito Policial de São Bernardo, foi feita uma acareação entre o padrasto e sua irmã, o que  levou o homem a ser o principal suspeito.

    O envenenamento teria ocorrido supostamente por chumbinho, um conhecido veneno para matar ratos. O padrasto teria manipulado o bolinho antes de Lucas comer a iguaria.

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    A mulher é irmã do padrasto e disse à polícia ter feito a iguaria a pedido dele e servido à família. Minutos após o jantar, Lucas começou a apresentar mal estar e foi levado para uma Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) e, depois, transferido para o Hospital de Urgências.

    Amostras dos ingredientes e exame toxicológico do paciente para análise pericial. Ele está internado na Unidade de Terapia-Intensiva (UTI) em estado grave.

    Outro caso

    Em junho, um caso de envenenamento chocou a região por conta da frieza da suposta autora do crime. Uma adolescente de Itapecerica da Serra, região metropolitana de São Paulo, morreu após ter comido um bolo de pote enviado à sua casa com um bilhete.

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    À Polícia Civil, outra jovem, de 17 anos, em depoimento confessou ter envenenado o bolo. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), a polícia solicitou a apreensão da jovem envolvida na ocorrência, e o pedido foi aceito pela Justiça.

    A vítima, Ana Luiza De Oliveira Neves, recebeu o doce no sábado com um bilhete anônimo que dizia: “Um mimo para a menina mais doce e com a personalidade incrível que eu conheço”, e no verso “Lulu Linda”. A polícia também encontrou doces Fini e outro recado escrito: “Um mimo para a garota mais linda que eu já vi”.

    Menos de uma hora depois de ingerir o bolo, a jovem começou a se sentir mal e chegou a enviar mensagem para um amigo, que teria questionado Ana sobre o fato de ter consumido um alimento sem conhecer sua origem.

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    Diante do agravamento do quadro, o pai da jovem, a conduziu até um hospital particular, onde foi atendida e diagnosticada com intoxicação alimentar. Após tomar medicação e soro e ter uma melhora aparente, a paciente recebeu alta hospitalar.

    Os sintomas retornaram no dia seguinte, e foi levada ao pronto-socorro, onde chegou já sem sinais vitais. A causa aparente da morte foi apontada como intoxicação alimentar.

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