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Padrasto confessa ter matado menina de 5 anos no interior de São Paulo

Corpo de Maria Clara tinha sinais de estrangulamento e abuso sexual; Cássio Martins Camilo foi preso e polícia investiga o crime

Por Redação VEJA São Paulo Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
18 dez 2020, 16h23 • Atualizado em 5 set 2025, 11h26
menina desaparecida em hortolândia
 (Arquivo Pessoal/Reprodução)
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  • Maria Clara Calixto Nascimento, 5, foi encontrada morta dentro de uma caixa de papelão, em um terreno no bairro Jardim São Felipe, em Hortolândia, interior de São Paulo. A menina estava desaparecida desde a manhã da última quinta-feira (17).

    De acordo com a Polícia Civil, o padrasto da menina, Cássio Martins Camilo, confessou que matou a criança. Ele foi preso. A investigação revelou que Maria Clara sofreu abuso sexual e que seu corpo apresentava sinais de estrangulamento.

    De acordo com a avó da garota, Maria Clara havia saído para brincar com uma amiga. Na hora do almoço, a mãe procurou pela filha e questionou Cássio sobre o paradeiro da menina. Ele disse que estava dormindo e não a viu sair.

    A família, então, registrou boletim de ocorrência de desaparecimento na Delegacia de Hortolândia. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública (SSP-SP), Cássio, que tem passagem pela polícia por estupro, tentou fugir para Campinas. Ele foi apreendido e levado à delegacia, onde fez a confissão.

    “Resta saber agora onde e de que forma que esse bárbaro crime aconteceu. E saber também qual a motivação que levou ele a cometer esse crime. A autoria já está determinada. Resta saber também se ele teve a conivência da mãe e se o abuso sexual também foi feito por ele”, disse ao G1 a delegada seccional de Americana (SP), Martha Rocha, que responde pela Delegacia de Hortolândia.

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    O corpo de Maria Clara foi encontrado por familiares e amigos em uma busca, próximo a casa onde morava. A próprio mãe levou a filha a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Jardim Nova Hortolândia, mas a menina chegou sem vida ao local.

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