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O que pensam os nossos estudantes

Jovens paulistanos entre 13 e 18 anos, de escolas públicas e particulares, falam livremente sobre os temas que mais mobilizam sua vida

Por Maurício Xavier (colaboraram Flora Monteiro e Nathalia Zaccaro)
3 fev 2012, 23h50 • Atualizado em 29 dez 2016, 13h04
  • A cidade de São Paulo tem 2,1 milhões de estudantes matriculados nos ensinos fundamental e médio em mais de 5.000 escolas — são cerca de 600.000 em instituições particulares e aproximadamente 1,5 milhão na rede pública. Trata-se de um imenso contingente de adolescentes que voltam às aulas neste começo de fevereiro.

    Para entender o que se passa na cabeça deles, VEJA SÃO PAULO realizou um levantamento inédito sobre seus hábitos, comportamentos e opiniões. Os dados foram apurados a partir de uma pesquisa com 300 entrevistas e quatro rodadas de debates com 32 alunos — metade do 9º ano do fundamental e metade do 3º ano do médio. Nos encontros, os jovens falaram livremente (com a garantia de que os autores das frases não seriam identificados) sobre os temas que mais mobilizam sua vida. Mostraram- se surpreendentemente conservadores a respeito de assuntos como sexo e drogas, contaram como usam o celular na escola (inclusive para passar cola via torpedo), reclamaram muito da qualidade do ensino e demonstraram uma enorme preocupação com o futuro profissional.

    Confira a opinião dos jovens estudantes sobre diversos temas nas matérias relacionadas:

    O que pensam os nossos estudantes

    *Os alunos que participaram dos debates estão matriculados nas seguintes instituições de ensino: Colégio Franciscano Pio XII, Colégio Horizontes Uirapuru, Colégio Imperatriz Leopoldina, Colégio Madre Alix, Colégio Integrado Objetivo, Colégio Rio Branco, Colégio Santa Cruz, Colégio Santo Agostinho, Escola Estadual Adelaide Rosa Fernandes Machado de Souza, Escola Estadual Educador Paulo Freire, Escola Estadual Irmã Dulce, Escola Estadual Jardim Montesano, Escola Estadual Júlia Lopes de Almeida, Escola Estadual Professora Leda Felice Ferreira, Escola Fundação Bradesco, Escola Municipal CEU Três Lagos, Escola Municipal José Maria Lisboa, Escola Nossa Senhora das Graças, Etec Guaracy Silveira e Instituto Federal de São Paulo.

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    1/5
    Atualmente, a internet se tornou a principal arena para esse tipo de violência ( / Alunos de 11 a 13 anos sofrem mais com o bullying)
    2/5
    Métodos antigos são substituídos pelo uso de redes sociais e teconologia ( / Era digital faz parte da rotina estudantil)
    3/5
    Já são frequentes casos de estudantes flagrados em estado de embriaguez nas escolas ( / Comportamento dos estudantes paulistanos)

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