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ONG Hatzala atende gratuitamente pedidos de socorro em São Paulo

Os integrantes não são médicos, por isso atuam basicamente na remoção dos pacientes

Por Mauricio Xavier
28 jul 2012, 00h51 • Atualizado em 5 set 2025, 16h41
  • Hatzala, em hebraico, significa “salvar alguém”. Há sete meses em São Paulo, a ONG americana de mesmo nome realizou cerca de 280 atendimentos gratuitos de socorro nos bairros de Higienópolis, Jardins e Bom Retiro.
    Após a fase de testes, que deve durar até o fim do ano, a região de atuação será ampliada. O grupo não tem posto fixo e trabalha apenas com voluntários — que encaram cursos de primeiros socorros e treinamentos semanais —, todos eles pertencentes à comunidade judaica.
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    “Não somos médicos, temos outras profissões”, diz o presidente da entidade no Brasil, Steven Kahn. Por isso, o trabalho é basicamente de remoção. No quadro abaixo, compare os dados do Hatzala com os do Samu no município:
    Samu
    Atendimentos por mês — 36.000
    Funcionários — 2.503
    Ambulâncias — 125
    Hatzala Brasil
    Atendimentos por mês — 40
    Funcionários — 55
    Ambulâncias — 2

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