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3 perguntas para… Murilo Rosa

Galã da Rede Globo está empenhado na divulgação do drama “Aparecida — O Milagre”, já em cartaz

Por Miguel Barbieri Jr. 17 dez 2010, 17h36 • Atualizado em 5 dez 2016, 18h23
  • O galã da Rede Globo Murilo Rosa, brasiliense radicado no Rio de Janeiro, tem rebolado para conciliar cinema e TV. Além de protagonizar “Araguaia”, a novela das 6, o ator está empenhado na divulgação do drama “Aparecida — O Milagre”, já em cartaz. Casado com a modelo Fernanda Tavares e pai do pequeno Lucas, Murilo tem 40 anos e vem de uma família muito católica.

    VEJA SÃO PAULO – Qual a sua religião?

    Murilo Rosa – Sou católico, mas não praticante, daqueles que vão à igreja todo domingo. Já meus pais são muito dedicados à religião. Minha avó era devota de Nossa Senhora Aparecida, tenho sete tias que rezam o dia inteiro e minha irmã está se formando em teologia. É forte minha ligação com o Santuário de Aparecida, ao qual fui várias vezes desde criança, a passeio, trabalho ou por questões pessoais. Também tenho fé e acredito em milagres.

    VEJA SÃO PAULO – Você faria um filme espírita?
    Murilo Rosa –
    Por coincidência, praticamente na mesma época em que surgiu “Aparecida”, recebi um convite para fazer o longa-metragem “As Mães de Chico Xavier”, num papel que acabou ficando com o Caio Blat. Até daria para eu tocar ambos os filmes, mas achei que duas fitas religiosas com personagens muito parecidos não seria legal. Quis também assumir a bandeira católica de “Aparecida”. Por trás do trabalho há uma posição ética, e é preciso ser coerente. Não posso fazer um homossexual, como o personagem que interpretei no filme “Como Esquecer”, e depois dizer que não acredito no casamento gay.

    VEJA SÃO PAULO – “Aparecida — O Milagre” se destina só aos católicos?
    Murilo Rosa –
    É uma grande e linda homenagem aos católicos, e quem não tem fé pode sair questionando. Mas pessoas de qualquer religião devem gostar. Minha mulher, por exemplo, é ligada em espiritismo e amou o filme. Acho bobagem essa rixa religiosa. Eu vi “Chico Xavier” e me emocionei muito, assim como a maioria dos espectadores está chorando ao ver “Aparecida”.

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