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Mosteiro da Luz abriga o Museu de Arte Sacra

Há mais de 4 000 obras, entre imagens de santos, retábulos, oratórios, livros e moedas pontifícias

Por Marcelo Cobra
18 set 2009, 20h48 • Atualizado em 5 dez 2016, 19h13
  • Inspirado em templos da Bahia e do Rio de Janeiro, Frei Antonio de Sant’Anna Galvão (1739-1822) projetou e fundou o Mosteiro da Luz, datado de 1774. Sua planta octogonal é uma característica que não fazia parte da arquitetura paulistana da época. A obra conseguiu se manter até hoje com uma das principais construções de taipa de pilão da cidade. Muito bem conservada, abriga ainda o Museu de Arte Sacra, com mais de 4 000 obras, entre imagens de santos, retábulos, oratórios, livros e moedas pontifícias (um dos mais importantes acervos de arte sacra no Brasil).

    Por que ir: além dos atrativos arquitetônicos e do Museu de Arte Sacra, o que leva as pessoas ao mosteiro é o próprio frei Galvão. O primeiro santo genuinamente brasileiro, santificado em 2007, está enterrado no altar principal, local em que os fiéis costumam deixar flores e bilhetes. As pílulas “milagrosas” são o atrativo principal (a fila para conseguir os pacotinhos costuma ser numerosa, faça chuva ou sol).

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