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Mãe e padrasto de menino achado em freezer são presos na Tanzânia

Casal foi localizado na região de Bagamoyo, distrito da região costeira da Tanzânia

Por Estadão Conteúdo
26 nov 2015, 15h32 • Atualizado em 5 set 2025, 18h04
Ezra
Ezra: menino foi encontrado morto dentro de um freezer (Bruno Poletti/Folhapress/Veja SP)
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  • A Interpol (Polícia Internacional) localizou e prendeu nesta quarta-feira (25) um casal tanzaniano procurado pela morte de um menino de 5 anos, que foi encontrado dentro de um freezer no centro da cidade de São Paulo, no início de setembro.

    Os foragidos foram localizados em Bagamoyo, distrito da região costeira da Tanzânia, após terem sido rastreados pela Polícia Federal brasileira.

    A família, que residia em São Paulo era composta pela mãe, pelo padrasto da vítima, além de outras duas meninas. Todos deixaram o país, pelo aeroporto Internacional de Guarulhos-SP, em 3 de setembro de 2015.

    Página Interpol - Caso Ezra
    Página Interpol – Caso Ezra ()

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    A Interpol em São Paulo, por meio da Polícia Federal, estava atuando em cooperação com a Polícia Civil paulista – que investiga a morte do menor – e inseriu, a pedido da Justiça estadual, o nome do casal na difusão vermelha, cadastro dos foragidos internacionais, após ter sido constatado que eles haviam deixado o país.

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    Em cooperação internacional, a Interpol São Paulo localizou a família na Tanzânia e informou a Interpol daquele país. “As autoridades locais deram cumprimento ao mandado de prisão internacional dos fugitivos nesta manhã (hora local)”, destaca a PF.

    Com a prisão, será iniciado um processo de extradição dos procurados para o Brasil. Aqui, eles deverão ser processados e julgados pela morte do menino.

    Entenda o caso

    O menino foi encontrado em um freezer no interior de um apartamento vazio na Rua Santo Amaro, República, região central de São Paulo. O cadáver estava envolvido em um lençol e sacos plásticos.

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    O corpo foi encontrado por um mensageiro de 45 anos que se identificou à polícia como primo do homem, um vendedor de 26 anos, que alugava o imóvel. O menino, segundo ele, seria filho do comerciante. 

    O informante disse à polícia que estranhou o fato de o primo deixar de abrir a loja de doces da qual era proprietário. Quando foi verificar se tinha ocorrido algo no apartamento do vendedor, sentiu um cheiro “muito forte” e chamou o proprietário do local. Foi então que encontraram o cadáver e decidiram chamar a polícia.

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