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Governo estuda possibilidade de fase menos restritiva na próxima semana

Regras atuais do Plano São Paulo são válidas até sexta-feira

Por Redação VEJA São Paulo Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
5 Maio 2021, 14h50 • Atualizado em 5 Maio 2021, 15h36
Imagem mostra o governador João Doria falando ao microfone
 (Divulgação/Governo de São Paulo/Veja SP)
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  • João Doria (PSDB), governador de São Paulo, afirmou durante coletiva de imprensa nesta quarta-feira (5) que algumas regiões do estado podem ir para uma fase menos restritiva do Plano São Paulo na próxima semana. Na próxima sexta-feira (7), a etapa atual de restrição, a fase de transição, tem fim: a gestão tucana deve divulgar a reclassificação que será válida para as próximas semanas.

    “Estamos otimistas em relação à evolução positiva do plano São Paulo, migrando, talvez, para uma fase menos restritiva”, disse Doria durante esta tarde. Os dados da Secretaria do Estado da Saúde, apresentados pelo secretário Jean Gorinchteyn, mostram uma queda de 0,2% nas internações e de 1,3% nos óbitos. A taxa de ocupação dos leitos de UTI no estado é de 78,3% e na Grande São Paulo, 76,4%, segundo o balanço divulgado na noite de terça (4).

    Durante a coletiva o governo afirmou que o estado passa por uma fase de estabilidade nos índices da pandemia. O número de casos de Covid-19, no entanto, teve aumento de 2,5%: a média diária de casos da última semana de abril foi de 12 573 e o da semana atual é de 12 887.

    Desde 24 de abril o setor de serviços, incluindo bares e restaurantes, salões de beleza e academias, foram reabertos no estado após a adoção da chamada fase de transição. Entre as normas, ocupação máxima de 25% da capacidade total dos estabelecimentos, com horário de funcionamento entre 11h e 19h.

    VACINAÇÃO

    De acordo com João Doria o estado de São Paulo vai iniciar a vacinação de gestantes e mães com comorbidades que deram à luz recentemente no dia 11 de maio, cerca de 100 000 pessoas. Na mesma datas, poderão se vacinar pessoas com deficiência permanente entre 55 e 59 anos de idade (30 000 pessoas).

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    No dia 12 inicia-se a campanha para pessoas entre 55 e 59 anos, com comorbidades, com estimativa de atingir 900 000 pessoas.

     

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