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IPVA 2026: ainda dá tempo de quitar imposto sem multa; confira

Pagamento deverá ser feito em cota única e não há mais possibilidade de parcelamento

Por Redação VEJA São Paulo Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
26 jan 2026, 12h41 •
Pagamento do IPVA
Proprietários de veículos em SP podem quitar IPVA de forma mais rápida  (Valter Campanato/ Agência Brasil/Divulgação)
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  • A Secretaria da Fazenda e Planejamento (Sefaz-SP) informou que a partir de 12 de fevereiro começa o prazo para pagamento da segunda parcela do IPVA 2026, e quem não pagou em janeiro tem a oportunidade de quitar o imposto sem multa. O pagamento, no entanto, deverá ser feito em cota única e não há mais possibilidade de parcelamento. Quem perder esse segundo prazo estará sujeito a juros e multa, informou a Agência São Paulo.

    Todas as informações sobre IPVA podem ser consultadas na página do IPVA no portal da Sefaz-SP.

    Veja calendário completo de vencimento do IPVA-2026

    Calendário do IPVA 2026
    Calendário do IPVA 2026 (Agência SP/Divulgação)

    Como pagar

    Para efetuar o pagamento do IPVA 2026, é preciso acessar a rede bancária credenciada com o número do Renavam (Registro Nacional de Veículo Automotor).

    No Estado de São Paulo, o Pix é a forma preferencial de pagamento, sendo mais rápido, fácil e confirmado imediatamente. Ao obter o QR code, gerado exclusivamente no site da Sefaz-SP, o recolhimento pode ser feito junto a mais de 900 instituições financeiras, contemplando especialmente os cidadãos com contas digitais e que não possuem conta nos grandes bancos.

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    As tradicionais formas de pagamento estão mantidas. É possível efetuar o recolhimento pela internet, nos terminais de autoatendimento ou outros canais oferecidos pela instituição bancária. Também é possível realizar o pagamento em casas lotéricas.

    Atrasos

    O contribuinte que deixar de recolher o imposto fica sujeito a multa de 0,33% por dia de atraso e juros de mora com base na taxa Selic. Passados 60 dias, o percentual da multa fixa-se em 20% do valor do imposto.

    Permanecendo a inadimplência do IPVA, o débito será inscrito na Dívida Ativa, além da inclusão do nome do proprietário no Cadin Estadual, impedindo-o de aproveitar eventual crédito que possua por solicitar à Nota Fiscal Paulista. A partir do momento em que o débito de IPVA estiver inscrito, a Procuradoria Geral do Estado poderá vir a cobrá-lo mediante protesto.

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    Isenção de motos 

    O Governo de SP sancionou em dezembro a lei que isenta motocicletas, ciclomotores e motonetas com até 180 cilindradas — de propriedade de pessoas físicas — do pagamento do IPVA. A isenção já vale para 2026 para os veículos que estejam em situação regular de registro e de licenciamento.

    A medida beneficia milhões de motociclistas e tem forte impacto no orçamento de quem utiliza a moto como instrumento de trabalho, especialmente entregadores e prestadores de serviço do estado de São Paulo.

     

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