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Professores mantêm greve e interditam Marginal em protesto

Docentes da rede estadual aprovaram continuidade da paralisação, iniciada em 16 de março, em assembleia nesta sexta (8)

Por Pedro Henrique Tavares
8 Maio 2015, 20h11 • Atualizado em 5 dez 2016, 12h30
Greve professores
Greve professores (Pedro Henrique Tavares/)
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  • No início da noite desta sexta (8), professores da rede estadual em greve aprovaram a continuidade da paralisação em assembleia no vão livre do Museu de Arte em São Paulo (Masp).

    Os manifestantes iniciaram a marcha no sentido Consolação da Avenida Paulista, em frente ao Masp. A Polícia Militar acompanhou toda a movimentação. Eles seguiram até a Marginal Pinheiros, que ficou bloqueada na altura da Estação Pinheiros da CPTM. Perto das 20h, os professores seguiram para o Largo da Batata. Segundo a PM, havia 1.500 manifestante. Para a Apeoesp, o sindicato do setor, eram 50.000.

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    A categoria já marcou uma nova assembleia para a próxima sexta-feira (15), aprovou a manutenção do acampamento de professores em frente à Secretaria Estadual de Educação e disse que terá uma reunião com a pasta na próxima semana.

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    Na quinta (7), a Justiça decidiu que o corte de salário dos professores em greve é ilegal. Na marcha desta sexta, uma professora, que pediu para não ser identificada, mostrou o holerite à reportagem. Pelos dezessete dias em greve no mês de março, diz ter tido um corte de 1.922,32 reais. “Mas continuo em greve.”

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    A gestão do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), considera a negociação salarial “extemporânea” e afirma que a categoria tem o maior piso do país – cerca de 2.400 reais -, além de afirmar que nos últimos quatro anos houve aumento de 45% nos salários. Alckmin cortou parte da remuneração dos professores paralisados no mês de maio, medida suspensa em liminar da Justiça (decisão temporária) a pedido da Apeoesp.

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    Os docentes, liderados pelo Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), estão paralisados desde o dia 16 de março e pedem 75,33% de reajuste, além de melhorias nas condições de trabalho.

    (Com Estadão Conteúdo).

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