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Fratura no braço de dirigente do PT é improvável, diz ortopedista

Joaquim Grava comentou caso envolvendo um policial militar e Geovani Doratiotto durante Carnaval em Atibaia

Por Ricardo Chapola
4 mar 2019, 21h52 • Atualizado em 4 mar 2019, 22h02
Agressão
PM dá chave de braço em dirigente do PT em Atibaia (Reprodução/Veja SP)
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  • Um dos ortopedistas mais populares do país, o médico Joaquim Grava afirmou nesta segunda-feira (4) que é improvável que o dirigente do PT tenha quebrado o braço após ser agredido por um policial militar em Atibaia, no interior de São Paulo.

    Nesta segunda-feira (4), circulou pelas redes sociais um vídeo em que Geovani Doratiotto aparece recebendo um golpe de um policial militar. Na gravação, é possível ouvir o estalo no braço no momento em que Doratiotto é imobilizado.

    https://twitter.com/J_LIVRES/status/1102603882050539522

    “É muito difícil de se fraturar o braço desse jeito”, disse Grava, que é médico do Corinthians e operou o jogador Ronaldo Fenômeno. “O estalo que se ouve no vídeo pode ser ter sido só um deslocamento do ligamento. Não significa que o braço foi fraturado”.

    Mulher do dirigente petista, Pham Dal Bello escreveu no Facebook que Doratiotto teria quebrado o úmero. Grava, porém, afirma que lesões desse tipo são causadas geralmente após uma queda.

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    Pham afirmou que os dois foram parar na delegacia porque o rapaz tinha sido agredido por um grupo de apoiadores do presidente Jair Bolsonaro durante um bloco de Carnaval da cidade, no domingo (3). Junto ao texto, a mulher do petista publicou fotos de Doratiotto com os olhos roxos e um corte no rosto.

    A Secretaria de Segurança Pública divulgou nesta segunda-feira (5) uma nota em que diz ter afastado os policiais envolvidos no caso. A Polícia Militar instaurou um inquérito para apurar a conduta desses agentes. Eles só devem voltar ao fim da investigação.

    Ainda na nota, a secretaria informou que Doratiotto foi levado à delegacia porque o petista tinha agredido pessoas no Carnaval.

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