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Saiba qual é o espumante certo para as celebrações de fim de ano

Seis especialistas indicam 36 rótulos com preços a partir de 25 reais para o seu brinde

Por Helena Galante
18 dez 2010, 00h33 • Atualizado em 29 dez 2016, 14h02
  • Refrescante e repleto de borbulhas, o vinho espumante é o complemento ideal para eventos festivos. Nas comemorações de Natal e Ano-Novo, sua presença se torna quase obrigatória. Para ajudá-lo na tarefa de escolher as garrafas de melhor custo-benefício, VEJA SÃO PAULO convidou seis especialistas a indicar rótulos em quatro faixas de preço, até 50 reais, até 100 reais, até 150 reais e acima desse valor. Participaram da seleção Alexandra Corvo, sommelière e proprietária da escola Ciclo das Vinhas; Marcelo Copello, editor do site Mar de Vinho; Mario Telles Jr., vice-presidente da Associação Brasileira de Sommeliers; Ricardo Castilho, diretor de redação da revista “Prazeres da Mesa”; Roberto Gerosa, colunista de vinhos e diretor do portal IG; e Suzana Barelli, diretora de redação da revista “Menu”.

    Entre as 36 sugestões, aparecem desde bons exemplares nacionais, como o Salton Poética Brut Rosé, oferecido a 25 reais, até os requintados franceses produzidos na região de Champagne, a exemplo do Krug Brut Grande Cuvée, de 856,90 reais. Cavas espanhóis e proseccos italianos também tiveram vez. Além da nacionalidade e do preço, outros fatores devem ser considerados no momento da compra. A indicação da categoria da bebida ajuda a identificar suas principais características. Ao contrário do que o nome possa sugerir, os chamados “dry” ou “sec” revelam-se levemente adocicados. Recebem a indicação “brut” os secos.

    “Os mais leves são indicados para aperitivo, antes da ceia”, explica Marcelo Copello. “Prefira os encorpados para acompanhar a refeição e deixe os doces para a sobremesa.” Antes de abrir a garrafa, tome o cuidado de resfriá-la num balde com gelo. “Se tiver pressa, adicione um pouco de sal grosso para acelerar o processo”, recomenda Roberto Gerosa. A temperatura de serviço ideal pode variar em média de 6 a 10 graus. Na ausência de termômetro, vale o bom-senso. “Vinhos frutados podem ser provados bem frescos, enquanto os mais complexos ficam agradáveis em temperaturas um pouco mais elevadas”, sugere Alexandra Corvo. Na hora de desarrolhar, os experts desaconselham chacoalhar a garrafa. “O movimento elimina boa parte das bolhinhas, uma das graças do espumante”, diz Gerosa. Em ambientes descontraídos, a regra fica mais flexível. “Na casa de amigos, por exemplo, não é pecado tirar a rolha fazendo seu barulho característico”, completa Suzana Barelli.

     

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