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Doria quer criar o Fundo Municipal de Desenvolvimento

Ele deve ser mantido com o dinheiro dos contratos de privatização e concessão de bens públicos

Por Mariana Zylberkan Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 22 fev 2017, 16h57 | Atualizado em 22 fev 2017, 16h59
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João Doria: exames no Sírio  (Estadão Conteúdo/Veja SP)
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A gestão João Doria quer criar, via projeto de lei, o Fundo Municipal de Desenvolvimento. Administrado pela secretaria de Finanças, ele deverá ser abastecido com o dinheiro obtido com os contratos de privatização e concessão de bens públicos. Seu objetivo prioritário será o de fortalecer o orçamento nas áreas de saúde e educação. Também deverão ser beneficiados os setores de habitação, segurança e mobilidade urbana.

Os locais públicos que deverão ser privatizados são o Autódromo de Interlagos e o Anhembi. A gestão de outros pontos será oferecida em regime de concessão à iniciativa privada, caso dos 107 parques municipais, do Estádio do Pacaembu, dos 22 cemitérios e do crematório da Vila Alpina, dos 29 terminais de ônibus, da iluminação pública, dos mercados municipais e do Bilhete Único.

Na semana passada, durante viagem a Abu Dhabi e Qatar, no Oriente Médio, o prefeito apresentou os lugares aos representantes de fundos de investimentos árabes por meio de um vídeo narrado em inglês. Os investidores deverão estar em São Paulo para conhecer os locais pessoalmente entre os dias 15 e 17 de março.

O projeto de lei a ser enviado à Câmara Municipal irá conter também detalhes sobre como serão feitos os modelos de negócio. No Parque do Ibirapuera, por exemplo, é estudada a possibilidade de a concessionária ficar com a exploração do comércio de comida e bebida, além das taxas pagas por empresas para realizar shows, que poderão se tornar mais caras do que é praticado atualmente.

O principal discurso da gestão Doria para elaborar o Plano Municipal de Desestatização é buscar novas receitas e reduzir o tamanho da administração municipal, que deve focar em serviços essenciais à população.

 

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