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Denúncias de assédio: quem é o professor demitido da Unesp

Penalidade de demissão do professor foi publicada no Diário Oficial na última quarta-feira (12)

Por Redação VEJA São Paulo Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
17 nov 2025, 12h47 • Atualizado em 17 nov 2025, 12h56
Professor da Unesp de Marília é demitido após denúncias de assédio
Professor da Unesp de Marília é demitido após denúncias de assédio (Divulgação/Divulgação)
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  • A Universidade Estadual de São Paulo (Unesp) demitiu por justa causa na última quarta-feira (12) o professor Rafael Salatini de Almeida. Ele foi alvo de ao menos 40 denúncias de assédio.

    Segundo a publicação do Diário Oficial com a demissão, ele era professor assistente doutor, contratado em regime CLT, no Departamento de Ciências Políticas e Econômicas da Faculdade de Filosofia e Ciências (Unesp) do campus de Marília. 

    Denúncias

    Em maio do ano passado, cartazes pendurados pelo campos trouxeram frases que, segundo os alunos, eram ditas pelo professor.

    “Só quando a mulher tira a calcinha, você descobre se ela é porca ou não” ou “em Israel não tem estupro pois as mulheres têm fuzil”.

    Em uma publicação realizada pelo Centro Acadêmico de Relações Internacionais Diplomata Sérgio Vieira Mello, a organização celebrou a “vitória dos estudantes” com a demissão do professor.

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    O Centro Acadêmico ainda pontua que as 44 denúncias foram coletadas pela organização há mais de um ano.

    Por meio de nota, a defesa do professor disse ter recebido com surpresa a notícia da demissão do docente. “Visto que, conforme foi provado nos autos administrativos e atestado pela própria perícia técnica da Unesp, o docente tomou conhecimento dentro do processo, após passar por perícias, de que é portador de Transtorno Afetivo Bipolar e Síndrome de Asperger (Transtorno do Espectro Autista). A psiquiatria da Unesp atestou que, no período dos fatos ocorridos, o docente estava em surto, com prejuízo efetivo de sua capacidade laboral e de seu discernimento. Diante desta perspectiva, esperava-se que a Unesp acolhesse o parecer técnico e propusesse um Termo de Ajuste de Conduta. Como isso não fora feito, esta defesa buscará a reversão dos fatos nas
    instâncias ordinárias”, informou o escritório de advogados que defende Salatini.

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