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Ação da prefeitura reduz moradores de rua na região da Paulista

Na madrugada desta segunda (20), gestão iniciou trabalho para retirar usuários de drogas, mas problemas persistem

Por Redação VEJA São Paulo Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
20 nov 2017, 18h15 • Atualizado em 20 nov 2017, 18h19
Mesmo com ação da prefeitura, moradores de rua montam moradia embaixo de viaduto na Avenida Paulista (Veja São Paulo/Veja SP)
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  • A prefeitura de São Paulo iniciou na madrugada desta segunda-feira (20) uma operação para reduzir a quantidade de moradores de rua e de usuários de drogas na região da Avenida Paulista, próximo ao cruzamento com outras vias importantes, como Rebouças, Consolação, Pacaembu e Doutor Arnaldo.

    Uma reportagem publicada por VEJA SÃO PAULO no último final de semana mostrou que dobrou o número de dependentes na região do Complexo Viário José Roberto Fanganiello Melhem, em Cerqueira César.

    Agentes da Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social estiveram nesta segunda no local para realizar uma abordagem e encaminhar os usuários e sem-teto a centros de acolhimento.

    Foram retiradas barracas de grupos que viviam embaixo de viaduto por questões de segurança, como risco de incêndios. No momento da ação haviam cerca de trinta pessoas no ponto, sendo que cinco concordaram ir ao Centro Temporário de Acolhimento (CTA).

    Viaturas da Guarda Civil Metropolitana (GCM) também foram estacionadas por ali para inibir furtos, tráfico e montagem de novas barracas.

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    Após a ação, o número de transeuntes no local diminuiu. Dos cerca de 100 registrados na semana passada, cerca de quarenta se mantinham por ali nesta segunda.

    Ainda assim, os problemas persistem. A reportagem de VEJA SÃO PAULO viu uma nova moradia já instalada bem próximo à Avenida Paulista. Mais adiante, ao menos doze pessoas circulavam sob o viaduto. Há ainda uma barraca na Praça José Molina e outra na Rua Minas Gerais.

    “Uns voltam, sem pertences, sem barraca, mas ficam por ali. O importante é não deixar o consumo de droga e não deixar montar barraca embaixo do viaduto. A GCM está lá, equipes da Assistência Social também estão lá. Vamos acompanhar durante o dia”, disse o secretário das Prefeituras Regionais, Cláudio Carvalho.

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    Outro ponto apontado pela reportagem como problemático é a Praça Alexandre de Gusmão, no Jardim Paulista. Na semana passada haviam dez barracas no terreno; nesta segunda três ainda estavam ali. Segundo Carvalho, o espaço deverá ser revitalizado por meio de parceiras com empresas privadas.

    Há planos de melhorar a iluminação, além da instalação de câmeras de segurança e reforço do policiamento. A previsão é que tudo fique pronto até o dia 15 de dezembro.

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