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Rubens e seu Ateliê de Gravura

Resenha por Jonas Lopes

Além de artista excepcional, um dos mais
importantes do barroco, o flamengo Peter Paul Rubens
(1577-1640) foi um mestre da autopromoção.
Contratava talentosos gravadores dos Países Baixos
para trabalhar em seu ateliê, transpondo suas telas
para gravuras. Em montagem fácil de acompanhar,
a Caixa Cultural do Conjunto Nacional exibe 56
dessas peças, dedicadas a temas bíblicos e da mitologia
greco-romana. Naquela época pré-fotográfica, as obras gráficas tinham a função de divulgar
o artista e facilitar o caminho para que eles obtivessem
grandes encomendas. Era, ainda por cima, um
modo de evitar falsificações e não perder possíveis
lucros — Rubens chegou a conseguir um acordo
com alguns reis europeus para inscrever um selo de
autenticidade nas gravuras. Nada disso desmerece
a qualidade delas, impressionantes pelas formas suntuosas e pelos típicos jogos de sombras do genial
pintor, que acompanhava de perto a produção
dos discípulos. De 19/06/2010 a 25/07/2010.

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