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Preto no Branco – Do Concreto ao Contemporâneo

Resenha por Pedro Ivo Dubra

Ao chegar à pequena Galeria Berenice Arvani, o espectador experimenta um interessante efeito óptico: as cores sumiram do ambiente e todas as obras são produzidas em preto, branco e cinza. Organizada pelo jornalista Celso Fioravante, a coletiva não parte de uma ideia exatamente nova. Em 1954, pintores como Candido Portinari e Iberê Camargo participaram de uma “greve cromática” para protestar contra a taxação das tintas importadas e a má qualidade da matéria-prima brasileira. Naquele ano, o Salão Nacional de Arte Moderna, realizado no Rio de Janeiro, ficou conhecido como Salão Preto e Branco. De qualquer forma, a exposição da vez faz um belo recorte de seis décadas de produção por meio de 43 trabalhos em variados suportes criados por 35 artistas. Entre eles figuram Amilcar de Castro, Anna Maria Maiolino, Evandro Carlos Jardim, Geraldo de Barros, Leonilson, Luiz Sacilotto, Oswaldo Goeldi, Pitágoras e Willys de Castro. R$ 1.500,00 a R$ 300.000,00. De 01/05 a 28/05/2010.

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