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Calder e a Arte Brasileira

Resenha por Julia Flamingo

A grande contribuição do americano Alexander Calder (1898-1976) para a arte moderna foi o móbile. De maneira improvável, ele equilibrava metais coloridos em arames e os pendurava, criando uma poesia visual de harmonia perfeita. Sua participação na Bienal de São Paulo de 1953 causou tanto alvoroço por aqui que as peças suspensas passaram a influenciar nomes como Lygia Clark e Hélio Oiticica. A mostra Calder e a Arte Brasileira, que pode ser vista a partir de quinta (1º/9) no Itaú Cultural, reúne 32 obras do artista, entre as quais estão os famosos móbiles e também pinturas e maquetes. Outras 28 criações de catorze brasileiros modernos e contemporâneos revelam a proximidade da produção nacional com seu trabalho. De 1º/9/2016. Até 23/10/2016.

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